Juliano Farias
Executivo de growth
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Identidade visual e logotipo: um dos maiores ativos da sua marca

Já pensou em marcas famosas sem associá-las diretamente às identidades visuais (IDs)? É realmente uma tarefa impossível! Pense no McDonald’s sem os arcos dourados e suas tradicionais cores, na Coca-Cola sem o vermelho e a tipografia característica ou, ainda, na Apple com a ausência completa do i (do iPhone, iPad, etc) e da maçã. Isso acontece pois o conjunto de elementos visuais e gráficos que compõem as IDs destas empresas é um dos seus maiores ativos, um bem de valor imensurável e intangível.

Quando feita por profissionais, com base em uma análise estratégica, envolvendo todo o universo da companhia, ela dá reconhecimento e valor a marca, empresa ou instituição. Podemos comparar, inclusive, a identidade visual com o conjunto de características únicas que nos faz exatamente quem somos: aspectos físicos (visuais) e adjetivos emocionais (personalidade e conceitos) são o que tornam cada indivíduo especial e reconhecível. 

Sempre menciono nas reuniões que: nós somos humanos e só conseguimos nos relacionar com outros humanos. Portanto, se sua empresa deseja ser e existir na mente do consumidor, o melhor é se parecer com a pessoa que seu público mais admira.

Por trás de toda ID bem construída, existem aspectos estratégicos que foram muito estudados, analisados e embasados. Abaixo listamos alguns importantes do conjunto que forma o branding da marca, confira!

01 - Importância

O peso de uma identidade visual está, principalmente, na identificação. No aglomerado de conceitos que formam o visível e faz com que o público associe tudo o que a empresa significa ao símbolo que ela traz em seu logotipo. Já falamos de alguns exemplos práticos, mas aqui vai mais um: no que você pensa quando vê um pássaro azul na tela? Sim, no Twitter.

O visual não construído e pensado de uma ID pode levar uma marca ao fracasso: excesso de cores, associações erradas de conceitos, falta de objetivo e clareza, tipografia complexa e inelegível são só alguns dos erros que podem acontecer (o portal de notícias ADNews reuniu em um artigo alguns dos piores logotipos da história, clique aqui para conferir).

*Já falamos sobre definição de branding por aqui e, caso você queira se aprofundar no tema, é só clicar no link.

Sei que parece absurdo, mas o interessante é que, com o tempo, sua marca não irá mais precisar do nome! Sim, isso é absolutamente possível. Uma imagem é tão poderosa que ela, literalmente, pode valer mais que mil palavras: é muito mais fácil e rápido identificar um símbolo do que ler um punhado de letras. Prova disso foi o que aconteceu, em 2019, com a Mastercard. Depois de anos e anos utilizando os círculos com a grafia, a empresa resolveu adotar o logotipo apenas com os símbolos e cores. Após uma extensa pesquisa e um vasto estudo, associado ao plano de expansão, eles chegaram a conclusão que mais de 80% do público reconhecia a empresa só de olhar o grafismo.

02 - Desempenho

De acordo com estudo realizado pela SMARTalk, cerca de 80% das companhias entrevistadas investem constantemente em design. Deste total que destina parte do budget do marketing ao visual, 89% relataram a melhora do faturamento após a aplicação em design e identidade visual.

Isso é ainda mais poderoso quando falamos de pequenas e médias empresas. Modificar a ID de uma grande marca como a Coca-Cola, por exemplo, é semelhante a manobrar um navio transatlântico. É necessário muita energia, esforço e cuidado. Então, se você está se perguntando se Branding é indicado para sua realidade, saiba que companhias menores podem fazer modificações com muito mais facilidade e conseguem colher os frutos em um período de tempo muito inferior.

03 - Desenvolvimento, planejamento e paciência

Sim, você leu certo: paciência. Geralmente, quando se trata de publicidade, para ser bom e rápido o valor agregado é maior. Porém, no caso de identidade visual e branding como um todo esta regra não se aplica. Para criarmos marcas que durem e sejam realmente efetivas, precisamos de algo precioso: tempo. E quando mencionamos este período nos referimos tanto ao pré como ao pós-projeto. Afinal, branding é brandING. Ou seja, é algo contínuo e que devemos estar sempre atentos.

O estratégico de um branding envolve uma série de fatores: análise de mercado, identificação, aplicação de metodologias, estudo de público, proposta de valores, tom de voz, eixo narrativo e visual e a lista não termina. Estas são etapas que, em um projeto completo e bem estruturado, não temos como pular.

Lembre-se: a ID da sua marca precisa gerar identificação e unidade. Só conseguimos alcançar isso quando temos profissionais altamente qualificados no desenvolvimento e tempo para estudo, pesquisa, planejamento e análise. Afinal de contas, não se cria uma rede de significados feita para durar décadas em duas semanas.

Um ser humano precisa de nove meses para sair do ventre da mãe e ser apresentado ao mundo e, posteriormente, de um processo gradativo de educação. Da mesma forma, marcas necessitam de tempo para serem criadas e se tornarem maduras.

Quer uma equipe de especialistas desenvolvendo ou renovando o branding da sua empresa? Fale com a gente: https://www.agenciamaverick.com.br/mav-link

AUTOR DO TEXTO:
Rick Garcia
Sócio-diretor | Publicitário
Em sua carreira atendeu empresas reconhecidas internacionalmente, destacando entre elas a RPC (afiliada Globo), Fundação Banco do Brasil, Claro, Oi, Cyrela, THÁ, Jandira Alimentos, Chef Vergé e Bem Me Quer.

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